O Ministério Público do Amazonas (MPAM), por meio da 3ª Promotoria de Justiça de Itacoatiara, recomendou ao prefeito Mário Abrahim (Republicanos) a imediata suspensão e anulação do Pregão Presencial nº 009/2025 – PMI — modalidade de licitação pública que previa a aquisição de materiais hidráulicos para atender à Secretaria Municipal de Infraestrutura.
O procedimento licitatório tem valor estimado de R$ 3,2 milhões e, segundo o MP, apresenta uma série de falhas que comprometem sua legalidade e transparência. De acordo com a recomendação, assinada pelo promotor de Justiça Vinícius Ribeiro de Souza, o procedimento licitatório apresenta uma série de possíveis ilegalidades. Entre elas, destacam-se: a ausência de transparência na publicidade do edital, a ausência de publicação no Portal Nacional de Contratações Públicas, a realização da licitação de forma presencial, sem justificativa técnica plausível e a previsão de itens com especificações genéricas, como “válvula para pia” e “ralo para banheiro”, sem detalhamento técnico mínimo.
A investigação também aponta para uma possível superestimativa de quantitativos, como a previsão de compra de 430 caixas d’água, sem justificativa técnica, e falhas na pesquisa de preços, que foi limitada a apenas três empresas de Manaus, sem considerar fornecedores locais ou parâmetros públicos de referência. A recomendação determina que a Prefeitura de Itacoatiara apresente, em até 72 horas, as providências adotadas para o cumprimento da medida, sob pena de medidas judiciai
Uma viagem fluvial no Amazonas se transformou em momentos de tensão e revolta após uma…
Um caso que abalou a segurança pública no Amazonas ganhou grande repercussão após a prisão…
A Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) confirmou o registro de cinco chapas para a eleição…
Os interessados em participar do concurso público da Guarda Municipal de Manaus precisam ficar atentos:…
O cenário político de Caapiranga, no interior do Amazonas, vive um momento decisivo com o…
A crescente popularização das chamadas “canetas emagrecedoras” levou a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)…
This website uses cookies.