Um contrato milionário da Prefeitura de Maués vem gerando polêmica. A prefeita Macelly Veras (PDT) autorizou um gasto de R$ 7.474.158,51 (sete milhões, quatrocentos e setenta e quatro mil, cento e cinquenta e oito reais e cinquenta e um centavos), para manutenção predial em repartições públicas da zona rural, mas não informou quantos prédios serão atendidos nem quais serviços serão efetivamente realizados.
O contrato foi destinado à empresa S. R Engenharia Ltda, cujo capital social é de R$ 7 milhões e é administrada por Alan Coelho Redig. Especialistas em gestão pública criticam a falta de transparência e questionam se o investimento é realmente necessário.
“Valores desse porte exigem detalhamento e fiscalização rigorosa. Sem isso, a população não sabe se o dinheiro público está sendo bem aplicado”, alerta um técnico da área. A decisão também chama atenção porque, recentemente, a prefeitura liberou mais de R$ 18 milhões para combustível, levantando dúvidas sobre as prioridades do município.
Até o momento, a prefeitura não respondeu aos pedidos de esclarecimento sobre o contrato e os critérios de fiscalização. Moradores e órgãos de controle agora questionam: como justificar um gasto milionário sem detalhar a execução? A situação expõe a necessidade urgente de transparência e controle social, principalmente em um município com orçamento limitado e demandas básicas da população ainda não atendidas.
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