Uma criança indígena de 12 anos, da etnia Kulina, foi vítima de um estupro coletivo que teria sido cometido dentro da própria comunidade indígena, na região do município de Juruá (a 674 quilômetros a oeste de Manaus). Nas redes sociais, o delegado Paulo Mavignier, diretor do Departamento de Polícia do Interior (DPI), confirmou que o crime foi filmado enquanto a criança gritava e implorava por socorro.
Nas redes sociais, o delegado Mavignier detalhou a barbaridade do ato, afirmando que o estupro coletivo foi praticado por indivíduos da mesma etnia da vítima.
O que agrava a situação é a informação de que os criminosos teriam filmado toda a ação, e enquanto a vítima gritava e implorava por socorro, eles riam. O delegado Mavignier relatou o impacto das imagens.
Diante da gravidade da situação, o delegado informou a população de Juruá sobre a mobilização imediata das forças de segurança.
Mavignier fez questão de ressaltar a posição institucional de enfrentamento a esse tipo de crime, independentemente do local.
Ao final de sua declaração, o delegado fez uma reflexão sobre a legislação brasileira para crimes contra menores, especialmente se os abusadores forem adolescentes.
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