A Advocacia-Geral da União (AGU) publicou novas orientações voltadas a agentes públicos em todo o país com o objetivo de garantir o cumprimento das regras durante o período eleitoral de 2026. O material reúne diretrizes sobre o que é permitido e proibido para servidores, gestores e autoridades, buscando evitar irregularidades e assegurar a lisura do processo democrático.
As recomendações fazem parte da cartilha “Condutas Vedadas aos Agentes Públicos Federais nas Eleições 2026”, documento que funciona como um guia prático para orientar a atuação dentro da administração pública ao longo do ano eleitoral. A iniciativa também visa prevenir o uso indevido da máquina pública em benefício de candidaturas.
Entre os principais pontos destacados está a proibição do uso de bens, serviços ou estrutura do Estado para favorecer candidatos. Isso inclui veículos oficiais, prédios públicos, equipamentos e até a utilização de servidores em atividades de campanha durante o horário de expediente.
Outro aspecto reforçado pela AGU é o combate à desinformação. A cartilha deixa claro que agentes públicos não podem divulgar, compartilhar ou incentivar a circulação de notícias falsas, sob risco de punições que podem envolver abuso de poder político e econômico.
O documento também chama atenção para o uso das redes sociais, alertando que manifestações públicas de autoridades devem ser feitas com cautela, especialmente durante o período eleitoral, devido ao impacto que podem ter sobre a opinião pública e o equilíbrio da disputa.
Além disso, é vedado transformar eventos institucionais em atos de campanha, bem como utilizar a visibilidade do cargo público para autopromoção com fins eleitorais. Segundo a AGU, esse tipo de conduta pode comprometer a imparcialidade da administração e induzir eleitores a associarem ações governamentais a interesses pessoais ou partidários.
A cartilha também reforça que todos os agentes públicos devem seguir os princípios básicos da administração pública — legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência —, com atenção redobrada durante o período eleitoral.
Outro destaque da edição de 2026 é a inclusão de orientações sobre o uso de tecnologia e inteligência artificial em campanhas, além de regras mais detalhadas sobre propaganda eleitoral na internet, que só é permitida a partir de datas específicas definidas pela legislação.
Segundo a AGU, o objetivo é garantir igualdade de condições entre os candidatos e fortalecer a confiança da população nas instituições. O órgão destaca que o cumprimento dessas regras é essencial para preservar a transparência e a legitimidade das eleições.
Com isso, o governo federal busca orientar servidores e evitar práticas que possam gerar questionamentos jurídicos ou comprometer a integridade do processo eleitoral, reforçando a importância de uma atuação pública ética e responsável ao longo de 2026.
A Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) aprovou um projeto de lei que estabelece prioridade na…
A nova ponte sobre o rio Autaz Mirim, localizada no km 24,60 da BR-319, no…
A Assembleia Legislativa do Amazonas (ALEAM) confirmou o registro de cinco chapas que vão disputar…
O Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM) decidiu intervir em uma licitação realizada…
Um líder religioso foi preso durante uma operação policial suspeito de cometer abusos contra integrantes…
Dois homens foram presos suspeitos de envolvimento em um assalto a uma loja de autopeças…
This website uses cookies.