A Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) aprovou a criação de novos cargos dentro do Ministério Público do Estado (MPAM), em uma medida que busca ampliar a capacidade de atuação do órgão, principalmente na área jurídica e administrativa. A proposta, que já foi sancionada, prevê a abertura de dezenas de vagas com salários que podem chegar a R$ 6 mil, além de funções específicas com gratificações adicionais.
Ao todo, foram autorizados mais de 50 cargos, sendo a maior parte voltada ao assessoramento jurídico. A iniciativa tem como foco fortalecer o suporte técnico oferecido aos promotores e procuradores de Justiça, que lidam com uma demanda crescente de processos e atividades institucionais.
Entre os cargos criados, destacam-se funções como assessor jurídico de promotor de Justiça e assessor auxiliar de procurador, além de posições estratégicas ligadas à Corregedoria-Geral, Ouvidoria e centros de apoio especializados. Todas essas funções exigem nível superior, sendo que, nos cargos jurídicos, é obrigatória a formação em Direito.
Além dos cargos comissionados, o projeto também prevê a criação de funções de confiança destinadas exclusivamente a servidores efetivos do órgão. Essas funções, ligadas principalmente à chefia de gabinete, contam com gratificação de aproximadamente R$ 3 mil, reforçando a valorização de profissionais já integrantes da instituição.
Outro ponto relevante da nova legislação é a flexibilidade na remuneração. Servidores concursados que assumirem cargos comissionados poderão optar por manter o salário do cargo original, acrescido de uma bonificação proporcional, o que permite uma adaptação financeira mais vantajosa para esses profissionais.
A jornada de trabalho prevista para os novos cargos é de 40 horas semanais, com atuação tanto na capital quanto no interior do estado, conforme a necessidade do Ministério Público. A expectativa é que as nomeações ocorram rapidamente, já que a lei autoriza a implementação imediata das mudanças.
A criação dessas vagas ocorre em um contexto de aumento das demandas institucionais e da complexidade dos casos acompanhados pelo MPAM. Segundo justificativas apresentadas durante a tramitação do projeto, a medida busca dar mais agilidade ao andamento de processos, melhorar o suporte técnico interno e garantir maior eficiência nas atividades de fiscalização e controle exercidas pelo órgão.
Apesar do objetivo de fortalecimento institucional, a proposta também gerou debates, principalmente sobre o impacto financeiro e a distribuição das vagas entre os setores. Ainda assim, foi aprovada pelos deputados estaduais, consolidando uma reestruturação importante no quadro funcional do Ministério Público do Amazonas.
Com a mudança, o MPAM passa a contar com uma estrutura ampliada, voltada a responder com mais rapidez e eficiência às demandas da sociedade, ao mesmo tempo em que investe na qualificação técnica de seu corpo de apoio jurídico e administrativo.
A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) apresentou, nesta segunda-feira, o balanço da operação realizada após…
Uma operação do Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM), por meio do Grupo de…
Dois novos casos de remissão prolongada do HIV reforçam os avanços da ciência na busca…
O prefeito de Manaus, Renato Junior, homologou nesta sexta-feira (24) o edital do concurso público…
Entrou em vigor nesta sexta-feira (24) a Lei nº 15.474/2026, que autoriza, em todo o…
Servidores públicos municipais relataram ter sido pressionados a comparecer à convenção partidária que oficializou a…
This website uses cookies.