Uma denúncia tem gerado grande repercussão no município de Urucará, no interior do Amazonas. A Prefeitura firmou um contrato de R$ 12.530.940,80 com a empresa M.S Construções e Comércio LTDA para a construção de uma única escola de tempo integral no bairro Paraíso.
O projeto prevê a edificação de 13 salas de aula, o que representa um custo médio de cerca de R$ 964 mil por sala — valor considerado excessivo e que levanta questionamentos sobre a eficiência e a transparência na aplicação dos recursos públicos.
A obra é financiada com verbas do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), por meio de um convênio com o Ministério da Educação (MEC). Apesar da proposta de ampliar o acesso à educação em tempo integral, o alto valor do contrato tem despertado desconfiança entre moradores e especialistas em gestão pública.
Eles alertam que o custo elevado pode indicar superfaturamento ou má utilização de recursos, e cobram da Prefeitura explicações detalhadas sobre o processo licitatório e os critérios adotados para a contratação.
Enquanto isso, a população acompanha de perto o andamento das obras, aguardando esclarecimentos que garantam que o investimento realmente beneficie a educação local e seja executado com responsabilidade e transparência.
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