O governo federal reajustará a remuneração básica, o “soldo”, dos militares das Forças Armadas (Aeronáutica, Marinha e Exército)a partir de abril, conforme medida provisória assinada pelo presidente em exercício Geraldo Alckmin e publicada nesta sexta-feira no Diário Oficial.
O aumento salarial será de 9% em duas parcelas: 4,5% em abril e 4,5%, em 2026. A remuneração dos cargos mais baixos das Forças (Recruta, Soldado, Soldado-Recruta, Marinheiro-Recruta, Soldado de Segunda Classe, Soldado-Clarim ou Corneteiro de Terceira Classe) passa de R$ 1.078 para R$ 1.127 em abril. Em janeiro de 2026, esse valor vai para R$ 1.177.
Nos cargos mais altos das Forças (almirante de Esquadra, General de Exército e tenente-brigadeiro), o soldo passa de R$ 13.471 para R$ 14.077 em abril, e R$ 14.711 a partir de janeiro de 2026.
O reajuste para as Forças abrange militares da ativa, da reserva e pensionistas e foi negociado entre o ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no ano passado. O impacto sobre as contas públicas com o reajuste será de R$ 3 bilhões.
A última vez em que os militares tiveram aumento foi em 2023. Durante a reforma do sistema previdenciário das Forças Armadas, o ex-presidente Jair Bolsonaro concedeu reajuste em quatro parcelas, a partir de 2020, decorrentes de reestruturação das carreiras, com aumento de gratificações, que chegou a 150%, segundo técnicos do governo.
VEJA SOBRE OS REAJUSTES
Além dos militares, o governo concedeu reajustes para 98% das carreiras dos servidores civis federais. Os percentuais dessas categorias específicas não foram divulgados. Os acordos foram firmados às vésperas do envio da proposta orçamentária de 2025 ao Congresso Nacional. O impacto total desses reajustes serão de R$ 16,8 bilhões em 2025 e R$ 11 bilhões em 2026.
O impacto do reajuste dos civis é separado da conta dos militares. Haverá, portanto, um impacto de R$ 19,8 bilhões de reajustes no Orçamento, além de R$ 303 milhõs para bônus de eficiência da Receita Federal.
O reajuste para as Forças abrange militares da ativa, da reserva e pensionistas e foi negociado entre o ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, e o presidente Lula. Os comandantes das Forças também se empenharam junto ao presidente, pleiteando pelo menos a reposição da inflação.
A última vez em que os militares tiveram aumento foi em 2023. Durante a reforma do sistema previdenciário das Forças Armadas, o ex-presidente Jair Bolsonaro concedeu reajuste em quatro parcelas, a partir de 2020, decorrentes de reestruturação das carreiras, com aumento de gratificações, que chegou a 150%, segundo técnicos do governo.
O Ministério da Defesa tem um Orçamento, neste ano, de cerca de R$ 126 bilhões. Desse valor, cerca de 80% é destinado para o papamento de pessoal ativo, inativo e pensionistas. São 355 mil militares na ativa, considerando as três forças.
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