Em meio à polêmica envolvendo a instauração da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Assembleia Legislativa do Estado (ALE) e Câmara Municipal de Manaus (CMM) para apurar gastos e os serviços de asfaltamento das ruas de Manaus, a gestão do prefeito David Almeida continua com os cofres públicos abertos e o dinheiro gasto com asfalto só aumenta. Somente na quarta-feira (13), a Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf) assinou três aditivos contratuais com diferentes empresas, totalizando R$ 51,5 milhões.
Os extratos foram publicados no Diário Oficial do Município (DOM) e levam a assinatura do subsecretário de Gestão e Planejamento da pasta, Heliatan Botelho Correa.
O maior desses aditivos foi celebrado com a Construtora Progresso Ltda, no valor de R$ 23.469.399,33. Segundo a justificativa, o montante será usado para serviços de contenção de processos erosivos e urbanização de áreas degradadas em todas as zonas da capital amazonense.
Outro contrato que chama atenção é o renovado com a empresa Compasso Construções, Terraplanagem e Pavimentação Ltda, que prevê a prestação contínua de serviços de recuperação viária no Lote 11 da cidade, especificamente na área de Santa Etelvina 1. O valor acordado é de R$ 12.779.102,33.
Ainda com a Compasso Construções, Terraplanagem e Pavimentação Ltda, também foi renovado o contrato referente a prestação de serviços contínuos de recuperação viária no Lote 12 de Manaus, na área do Santa Etelvina 2. O valor é de R$ 15.271.495,38.
Esses novos gastos se somam a um cenário de forte mobilização política. Na CMM, o vereador Paulo Tayrone (PMB) declarou apoio à chamada “CPI dos Buracos” e reforçou sua posição de oposição à gestão do prefeito David Almeida. Com sua assinatura, o pedido de abertura da comissão alcançou 11 apoios, sendo necessário atingir 14 para que a CPI seja instalada oficialmente. No entanto, a proposta ainda precisa vencer a resistência de parte da Mesa Diretora da Câmara.
Já na ALE, a deputada Débora Menezes (PL) também confirmou adesão ao movimento pela CPI do Asfalto. Com sua assinatura, o número mínimo necessário para a criação da comissão já foi alcançado, abrindo caminho para o início das investigações na esfera estadual. Os valores só aumentam e a CPI – caso seja instalada – terá mais trabalho pela frente.
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