A Justiça do Amazonas determinou a prisão preventiva de uma mulher grávida investigada por suposto envolvimento na operação policial que terminou com a morte do investigador Luciano Carvalho de Sena, do Departamento de Investigação sobre Narcóticos (Denarc), em Manaus. A suspeita não foi localizada pelas equipes da Polícia Civil e é considerada foragida.

A investigada havia recebido o benefício da prisão domiciliar durante a audiência de custódia em razão da gestação. No entanto, após recurso apresentado pelo Ministério Público do Amazonas (MPAM), o Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) revogou a medida e restabeleceu a prisão preventiva.

De acordo com o MPAM, há indícios de que a mulher teria participação relevante na estrutura logística de uma organização criminosa investigada por tráfico de drogas. Para o órgão, os elementos reunidos no inquérito justificam a manutenção da prisão cautelar diante da gravidade do caso e do risco à ordem pública. ([D24AM][1])

Segundo a Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), após a nova decisão judicial, equipes foram até o endereço informado pela investigada para cumprir o mandado, mas ela não foi encontrada. A corporação informou que as buscas continuam e solicita que informações sobre o paradeiro da suspeita sejam repassadas pelos canais oficiais de denúncia.

A investigação faz parte da apuração sobre a morte do investigador Luciano Carvalho de Sena, ocorrida durante uma ação de combate ao tráfico de drogas, que também resultou na apreensão de grande quantidade de entorpecentes e na prisão de outros suspeitos. O caso segue em investigação pela Polícia Civil.

By Portal Maninho

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