O governo federal decidiu zerar o imposto de importação de cerca de 970 produtos, em uma medida voltada a reduzir custos para empresas e, consequentemente, aliviar os preços para o consumidor. A decisão foi tomada pelo Comitê-Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Camex), que reúne diferentes ministérios ligados à área econômica.
A lista inclui itens considerados estratégicos e que têm pouca ou nenhuma produção no Brasil, como máquinas industriais, equipamentos de informática e componentes tecnológicos. Também foram beneficiados medicamentos usados no tratamento de doenças como diabetes, Alzheimer e Parkinson, além de insumos agrícolas e hospitalares.
Segundo o governo, a medida atende a pedidos do setor produtivo, que enfrenta dificuldades para obter esses produtos no mercado interno. Ao reduzir a tarifa de importação, a intenção é evitar gargalos na produção, aumentar a competitividade da indústria nacional e estimular investimentos.
Parte das isenções é temporária, especialmente para itens que haviam tido o imposto elevado anteriormente e agora tiveram a cobrança revertida. O prazo inicial pode ser de alguns meses, enquanto o governo avalia a necessidade de manter ou não o benefício.
Além disso, a decisão ocorre em meio a um cenário econômico global instável, com aumento de custos em cadeias produtivas. Nesse contexto, a redução de impostos funciona como uma estratégia para conter a inflação e facilitar o acesso a produtos essenciais, tanto para empresas quanto para a população.
A Vivo anunciou uma parceria com a Starlink, empresa de Elon Musk, para disponibilizar conexão…
A eleição de Omar Aziz (PSD) para o Governo do Amazonas deverá provocar uma mudança…
Eleição está marcada para o dia 12 de novembro, e o prazo para inscrição das…
O Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou uma reclamação que questionava a decisão judicial responsável por…
Cinco homens, com idades entre 28 e 49 anos, foram presos na madrugada desta quarta-feira…
O Ministério Público Federal (MPF) recomendou à Agência Nacional do Petróleo (ANP) e ao Governo…
This website uses cookies.